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O RIO PERICUMÃ

December 21, 2019

As casinhas acesas nas chamas da lamparina
Na paisagem a brisa leve, feito pés de bailarina
Um menino banha nu, na despedida da tarde
No céu alaranjado, um resto de claridade
Mas quando o dia se espanta, carregando a manhã
Os verdes todos se mostram, saudando o Pericumã

 

Um pescador lá distante joga a rede sobre o rio,
Quando a noite vem e cresce, ele se protege do frio
Curacangas vagam no céu, causando febre e tremor
Uma bola de fogo que vaga, trazendo grande pavor!
Mas quando o dia se espanta, carregando a manhã
Jaçanas e bem-te-vis se mostram, saudando o Pericumã

 

As torres da igreja espiam o bairro mais velho inteiro,
A Matriz foi quem pariu a cidade de Pinheiro.
As canoas cheias de cofo, a isca no anzol é esperança
No prato de toda família, na boca de cada criança
Mas quando o dia se espanta, carregando a manhã
Piabas, traíras e bagres se mostram, saudando o Pericumã

 

 

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